
“Quando morrer, é possível que alguém, ao ler estes descosidos monólogos, leia o que sente sem o saber dizer, que essa coisa tão rara neste mundo - uma alma - se debruce com um pouco de piedade, um pouco de compreensão, em silêncio, sobre o que eu fui ou o que julguei ser. E realize o que eu não pude: conhecer-me”. Florbela Espanca
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Broken Heart

domingo, 9 de maio de 2010
Nobody's Home

Ela quer ir pra casa, mas ninguém está em casa
Seus sentimentos ela esconde
sexta-feira, 5 de março de 2010
Vida Nova, Velhos Vícios

Vida nova, velhos vícios
A luz da selva, esconde
Os pontos claros das estrelas
A lua me responde
Na janela, vejo a imagem
Das brasas do cigarro
Que eu acendo enquanto penso
Na pureza de seus passos
Eu posso até fazer as coisas meio desligado
Mas mesmo assim eu ainda faço
Minutos preciosos
Em cinzeiro branco
De um mar qualquer, qualquer olhar
Ainda sinto o efeito do pisar
Das minhas palavras frias ao te amar
Chegamos ao ponto que nao voltamos mais
Com um beco em nossas vidas
Não me ame nunca mais
Nunca olhe para trás, nunca olhe para trás
(Supersonique)
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Remar junto

Caio Abreu
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Pareço contigo
Normal e do avesso
Vamos seguir o caminho seguro
Pra continuarmos assim no futuro
Pareço contigo
Sem mais nem porquê
Vamos seguir nossas pistas
Com toda a incerteza
Pra continuarmos felizes à mesa
Eu dou um valor absurdo na vida
Ela me traz bem mais que alegria
Traz alguém pro meu sozinho
Você às seis e trinta
Pareço contigo
De olhos fechados
Vamos seguir no escuro
Sonhando acordados
Pra nunca deixar nossa luz se apagar
A gente se parece tanto
A gente está só começando
A gente vai se conhecendo
E vê que ainda não sabe nada
A gente só quer ser feliz
Um mundo mais equilibrado
A gente esquece que o amor
É tudo e não nos cobra nada
Ela me traz bem mais que alegria
Traz alguém pro meu sozinho
Você às seis e trinta
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Não concluo nada
Caio Fernando Abreu
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
O que eu odeio em você

Odeio todos os lençóis que tiveram o seu suor misturado com outros que não o meu
Odeio os sorrisos que outras te arrancaram
Odeio saber que você não foi somente meu a vida inteira
Odeio imaginar que você já amou alguém e que deveriam ter uma música só dos dois,
e mais um monte de outras coisinhas tolas de namorado
Odeio todas as mãos que se entrelaçaram às suas,
e todas as histórias de amor que você viveu das quais eu não era protagonista
Odeio todos os lugares que você frequentou com outras garotas,
e todos os perfumes que elas usavam
Eu sei que é besteira minha, que tudo é passado,
mas eu odeio mesmo assim.